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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A super Cueca




Parece caricato, mas estas cuecas têm características fantásticas e muitas vantagens, principalmente para quem anda no espaço ou para os que tem fobia a tomar um bom banho :) .

Estas cuecas resistem ao fogo, eliminam bactérias, absorvem a água e suor, e não produzem qualquer cheiro.

Isto, permite que qualquer pessoa use estas cuecas, durante dias, semanas e até meses, sem nunca as tirar. Sim, eu disse qualquer pessoa porque hoje já é possível qualquer um adquirir uma peça destas.

O astronauta Koichi Wakata testou-as durante dois meses e foram aprovadas!

Para os mais interessados em as adquirir, saibam que cada cueca custa cerca de 85 € (115 dólares), e podem-nas comprar e saber um pouco mais nos link’s abaixo:

Fonte:
http://aia2009.wordpress.com/2010/03/01/cuecas-de-longa-duracao/
http://www.universetoday.com/2010/02/26/buy-your-own-space-underwear
http://www.collectspace.com/ubb/Forum14/HTML/000818.html

Como funciona uma geladeira?




Todo mundo tem em casa aquele famoso aparelho onde a comida é armazenada para ser resfriada, e que às vezes sofre assaltos noturnos. Entretanto, como aquilo que chamamos "refrigerador" realmente resfria?

Um refrigerador funciona sobre dois conceitos científicos: o primeiro, razoavelmente simples, é o fenômeno físico da convecção térmica dos fluidos -no caso o ar que está dentro da geladeira. Repare que, no caso das geladeiras convencionais, o freezer fica sempre na parte superior. No compartimento logo abaixo, separado do congelador, existe uma outra placa que também fica na parte superior.

Esta disposição de componentes não é arbitrária. Ela foi definida no conceito de convecção térmica dos gases, que postula que o ar frio, mais pesado, tende a descer e o ar quente, mais leve, tende a subir. Assim, o ar quente que sobe é resfriado pela placa e o ar frio que desce ganha calor na parte inferior da câmara de refrigeração. O ar frio volta a descer e o ciclo se repete.

E como existe uma pequena porém sensível diferença de temperatura entre as partes superior e inferior das geladeiras, as gavetas para legumes e verduras são alocadas na parte inferior, cuja temperatura é sempre ligeiramente mais alta, e a parte superior é destinada a bebidas, bolos e outros produtos do gênero. Isso porque as bebidas precisam estar mais geladas, porém as folhas das verduras são sensíveis a temperaturas mais baixas.

Mas por que, afinal de contas, o ar frio desce e o ar quente sobe? De acordo com os princípios termodinâmicos, o aumento de temperatura sobre uma massa gasosa provoca sua expansão, ou seja, aumento de volume. Imagine que a massa de ar dentro da geladeira seja constante. No momento em que você ligou a geladeira, a temperatura desse ar era igual à do ambiente externo, e ocupava um certo volume. Porém quando foi resfriado, contraiu-se e passou a ocupar um volume menor.

Sabe-se que densidade do materiais é a razão de sua massa por seu volume. Quando aquela mesma massa de ar (constante) contraiu, sua densidade foi aumentada de um certo valor, e tornou-se, assim, mais "pesada". Então, dentro da geladeira, o ar mais frio e pesado empurra o ar mais quente e leve para cima enquanto desce, gerando um movimento repetitivo de circulação - a convecção térmica.

Mas como as placas do freezer e da geladeira se esfriam? É aí que entra o segundo conceito científico, este um pouco mais complicado e estritamente termodinâmico.

O calor é uma forma de energia que flui através dos corpos de acordo com certas leis termodinâmicas. Uma destas leis diz que o calor nunca fluirá de um corpo mais frio para o mais quente, quando estiverem em contato; ou seja, a natureza é extremamente social! Quem tem (calor) dá para quem não tem!

Ora, sabe-se que se os alimentos forem colocados na geladeira à temperatura ambiente, e mesmo o ar interno de convecção está inicialmente em equilíbrio com o meio externo. Então, de acordo com a "lei social" deve-se fazer com que o calor flua dos alimentos e do ar para um outro corpo mais frio. Pronto, agora sabemos o porque devem-se resfriar as placas...

Mas COMO as placas esfriam!?
As placas são esfriadas pela passagem, em tubulações "friamente" calculadas, de certos tipos de gases, comumente denominados de "gases freom". Existem vários tipos de freons, sendo que os derivados de clorofluorcabonados vêm sendo substituídos por outros, como CO2 ou amônia, entre outros, devido a seus efeitos danosos à camada de ozônio, que protege a Terra dos raios UV vindos do sol.

Estes gases retiram calor das vizinhanças com as quais estão em contato de acordo com o efeito Joule-Thomson, que recebeu este nome em homenagem a seus descobridores, Sir Joule e William Thomson (mais tarde conhecido como Lorde Kelvin). O efeito Joule-Thomson explica como a temperatura varia quando um gás liquefeito se expande e volta ao estado gasoso, mantendo-se a entalpia do sistema constante.

De maneira mais elegante, o efeito Joule-Thomson é a diferencial da temperatura pela pressão de um gás liquefeito (dT/dP) em expansão adiabática (sem trocas de calor com o ambiente externo), mantendo-se a entalpia constante.

Para demonstrar este efeito Joule e Thomson realizaram o seguinte experimento: deixaram um gás expandir de um ambiente sob pressão constante para outro, passando por uma membrana porosa, e monitoraram a diferença de temperatura que ocorria com a expansão. Todo o aparato foi preparado de forma que o processo fosse adiabático. Eles observaram uma temperatura menor no lado de menor pressão, e a diferença de temperatura era proporcional à diferença de pressão entre as câmaras.

A diferença de pressão, entretanto, deve ser calculada para cada tipo de gás, pois sob determinados valores o efeito Joule-Thomson pode comportar-se de maneira inversa à desejada, ou seja, aquecer ao invés de resfriar.

Mas ainda resta uma última dúvida cabal quanto ao funcionamento desse instrumento relativamente simples: o gás absorveu calor ao expandir, retirando-o das vizinhanças. Para onde vai esse calor?

Ora, quando o gás expande, recolhe calor. Quando ele é novamente comprimido, deve perder o calor que absorveu. E é exatamente o que ocorre. Atrás dos refrigeradores existe um trocador de calor - uma grade por onde passam tubulações de gás comprimido - que devolve ao ambiente externo todo o calor que o gás retirou de dentro da geladeira. Se não existisse esse trocador de calor, em dado momento teríamos um forno, e não um refrigerador!

Então, a função do motor que fica atrás da geladeira é comprimir novamente o gás após a expansão, tornando-o liquefeito. Depois o gás liquefeito passa novamente pela válvula de descompressão e todo o processo se repete. Nota-se, então, que o circuito por onde este gás passa é dividido em duas zonas distintas: uma quente, sob relativa alta pressão, e uma fria, de baixa pressão.

O acionamento do motor para compressão e descompressão do gás é feito através de um aparelho chamado termostato - que é precisamente um regulador automático de temperatura. Mas como este dispositivo funciona já é outra história...

Caminhão do Futuro




Esqueça a imagem do caminhoneiro que você está acostumado a imaginar até então, assim como dos próprios caminhões.

Em 30 anos, o que vamos ver nas estradas não vão ser os barulhentos e rústicos veículos, mas grandes cargueiros com o que há de mais avançado em tecnologia, além de ecologicamente correto.

Ao menos é isso o que podemos ver no KAMAZ Flex Futurum, o conceito de um caminhão projetado pelos designers russos Elena Petrova e Konstantin Fedorov. Segundo eles, o veículo apresentado no projeto já seria algo possível para o ano de 2040.

Caminhão flexível O grande destaque de Flex Futurum é a própria reinvenção do caminhão, principalmente no transporte de mercadorias.

Em vez da tradicional carreta, onde a carga é levada, o novo veículo possui um sistema que modifica seu tamanho de acordo com a quantidade de material armazenado.

Caminhão do futuro Com isso, o caminhão de 7,5 metros poderia chegar aos 20 m de acordo com aquilo que carrega.

Essa variação seria feita graças à existência de uma membrana flexível em toda a estrutura, auxiliada por um sistema de cabos e vigas laterais que controlam essa movimentação.

Adeus fumaça Outro elemento do caminhão tradicional que deve dar adeus com o Flex Futurum é a grande quantidade de fumaça, gerada principalmente pela queima de óleo diesel.

O veículo-conceito possui motores elétricos alimentados de células de hidrogênio. Isso resultaria em um transporte de cargas livre da emissão de poluentes, além de ter um rendimento muito maior do que os caminhões atuais.

Seria uma troca vantajosa para todos os lados já que, além de não expelir fumaça, o motor existente no Flex Futurum apresenta maior autonomia de combustível, necessitando ser reabastecido com menos frequência.

Conceito do caminhão Total conforto ao caminhoneiro Mas não é apenas na estrutura que o Flex Futurum revoluciona.

Além das novidades já apresentadas, o conceito transforma a boleia do caminhão em um verdadeiro centro de comando com tecnologias dignas da série Jornada nas Estrelas.

Boleia do futuro Primeiramente, o caminhoneiro deixa de ser a peça fundamental do controle do veículo.

Como possui um sistema inteligente de locomoção, o motorista serve apenas para realizar pequenas interferências no percurso quando necessário.

Enquanto isso não é requisitado, o Flex Futurum movimenta-se com uma espécie de piloto automático.

Visual futurista na cabine Contudo, não é porque deixou de pilotar o caminhão que o condutor perdeu seu lugar no cargueiro do futuro.

Assim como no restante das mudanças, a cabine foi transformada e recebeu diversos elementos de alta tecnologia.

O para-brisa, por exemplo, transformou-se em um painel que exibe informações, como nível de combustível e dados sobre o percurso.

Por fim, o caminhoneiro tem a seu dispor tudo o que precisar, como banheiro, cozinha e até mesmo um quarto.

Isso torna possível a realização de viagens longas sem a necessidade de paradas ou da utilização de estimulantes que forcem o motorista a permanecer acordado.

Por que facas e punhais são chamados de "arma branca"?




Porque este sentido para branco vem de uma língua germânica, que significa: blankum = que brilha.

A Tinta Eletrônica




Novidade da tecnologia: a tinta eletrônica, que permitirá a reutilização do papel inúmeras vezes.

Simplificando, a tinta é feita de partículas de metal que se eletrizam e adquirem cor quando soltos por uma caneta especial.

Para apagar um trecho, basta alterar a eletrização, assim a cor desaparece e a tinta torna-se transparente.

Primeiro computador, A Máquina de Turing




Foi a máquina que consebeu o estudo da computabilidade, criada em 1936 pelo matemático inglês Alan Mathison Turing (1912-1954).

Criada mais ou menos uma década antes da criação dos computadores modernos e permitiu o avanço dos estudos de computação, decompondo um problema numa sequência de problemas elementares bastante simples.
Justificar
Basicamente foi uma máquina de caulcular teórica isentando problemas de defeitos.

A primeira ligação telefônica internacional



A primeira ligação telefônica internacional foi feita em 25 de dezembro de 1900, em uma experiência para determinar se a voz humana poderia ser levada por cabos usados para telégrafos, entre Key West, nos Estados Unidos, e Havana, em Cuba.

John W. Atkins, gerente do escritório de Key West da International Ocean Telegraph Company naquela época, ajustou os cabos e ligou para Havana.

"Por um bom tempo não houve som, exceto o barulho ouvido à noite, às vezes, causado pela corrente de eletricidade", contou Atkins na época.

Atkins continuou a ligar para Cuba, quando ele finalmente ouviu as palavras "Eu não estou te entendendo".