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terça-feira, 23 de março de 2010

O que segnifica a palavra aniversário?

Aniversário é uma palavra latina que significa "aquilo que volta todos os anos". Anniversarius vem de annus (ano) e vertere voltar), ou seja, aquilo que se faz ou que volta todos os anos.


Velinhas de aniversário
O bolo de aniversário parece ter surgido na Grécia, em homenagem a Artemis, a deusa da caça, reverenciada no dia 6 de cada mês. Dizia-se que as velas representavam o luar.
Na Idade Média, esse costume chegou à Alemanha. Os camponeses faziam festas infantis que começavam ao raiar do dia. As velas eram acesas e a criança acordava com a chegada do bolo. Naquele tempo, o número de velinhas não era igual ao número de anos do aniversariante. O bolo recebia uma vela a mais - sinal da luz da vida.

Feliz Aniversário em alguns idiomas

Em Inglês
Happy Birthday

Em Francês
Joyeux Anniversaire

Em Italiano
Felice Anniversario // Buon compleanno

Em Espanhol
Feliz Cumplaeaños

Em Alemão
Herzlichen Glückwunsch ou Zum Geburtstag

Em Chinês


Em Holandês
Een Gelukkige Verjaardag ou Wel Gefeliciteerd

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Criação do "branquinho"

A secretária americana Bette Nesmith Graham, em 1951, inventou um meio para corrigir erros de datilografia sem rasuras. O produto, batizado de Mistake Out, era um líquido branco para ser passado com um pincel de esmalte de unha por cima da palavra datilografada incorretamente. A idéia agradou e outras secretárias começaram a usar o produto. Em 1956, Bette fundou a Mistake Out Company e no mesmo ano trocou o nome do produto para Liquid Paper. A produção era feita manualmente. A primeira fábrica foi adquirida em 1968. Em outubro de 1979, o negócio foi vendido para a Gillette por 48 milhões de dólares mais os royalties de todas as embalagens vendidas até o ano 2000, quando a divisão Paper Mate da Gillette foi vendida para a Newell Rubbermaid. Bette Graham morreu em 1980, aos 56 anos de idade. No Brasil, o produto foi carinhosamente apelidado de “Branquinho”.

O primeiro comercial da história

Inventado em 1895, o cinema rapidamente atraiu milhares de curiosos para as salas de exibição. Algum tempo depois de conhecer a novidade na Feira Mundial de Bruxelas, em 1897, Edouard Cointreau, criador do famoso licor que leva seu sobrenome, encomendou aos irmãos Lumière o que viria a ser o primeiro filme publicitário da história. Nele, após recusar vinho e champagne, o Pierrot (mascote da marca criado em 1898) pede por Cointreau. A jornada imaginária começa com sonhos do personagem: uma imagem sobreposta mostra uma mulher que parece estar se despindo. É difícil precisar a data de criação do filme, que teria sido rodado entre 1898 e 1899.

Além do sorvete

Marca líder em sorvetes, a Kibon, hoje pertencente à Unilever, já foi fabricante de outras guloseimas. Nas décadas de 1950 a 1970, os famosos carrinhos amarelos da marca vendiam os chocolates Ki-Bamba, Ki-Leite, Ki-Coco, Ki-Passas, Ki-Coisa e Lingote, além das balinhas coloridas Delicados, amendoim coberto com chocolate e jujubas. Os sorvetes da Kibon eram Já-já, de coco; Ka-lu, de abacaxi; Ton-bon, de limão; e os célebres Chicabon e Eskibon (na época, Chica-bon e Eski-bon, com hífen).

Com um impulso da Nasa

A Nasa, agência espacial americana, foi a grande responsável pelo sucesso do Tang. O suco instantâneo em pó para ser misturado na água foi inventado em 1957 por pesquisadores da General Foods Corporation, liderados por William A. Mitchell, e lançado nos EUA em 1959 no sabor laranja, mas não caiu no gosto dos consumidores. Tang só começou a fazer sucesso em 1965, quando a Nasa adotou o produto nas missões espaciais, com o objetivo de deixar a água dos astronautas mais saborosa. No início, o produto era acondicionado apenas em potes de vidro. A versão em sachê foi criada justamente para vôos espaciais tripulados. O nome vem da China, onde um dos significados da palavra “tang” é açúcar, substância abundante no suco em pó, que foi lançado no Brasil em 1978.

De papo de boteco a unanimidade.

Antes de 1960, havia dois tipos de garrafas de cerveja no Brasil: as verdes e as de cor âmbar. Dizem os boêmios daquela época que as de “casco escuro” eram melhores que as de “casco claro”. Se viesse uma cerveja de “casco verde”, era rejeitada imediatamente pelos experts de plantão nos botecos. Isso porque, diz a lenda, as cervejas fornecidas em garrafas claras tinham qualidade inferior. Uma das primeiras marcas a usar apenas o “casco escuro” foi a Faixa Azul, da Cia. Antarctica Paulista. Depois de o mercado acostumar-se com a referência de que a garrafa âmbar era sinal de boa cerveja, todos os demais fabricantes passaram a envasar suas bebidas nessas embalagens. Tanto que nas propagandas da época, os cascos que apareciam eram sempre os escuros.

A origem do coador de papel.

Em 8 de julho de 1908, uma dona de casa alemã criou um utensílio que mudou a forma de tomar café no mundo: o coador descartável. Como recebia queixas de seu marido quanto ao gosto do café que preparava, ela percebeu que a causa era o resíduo acumulado dos preparados anteriormente no coador de pano. Melitta Bentz (era esse seu nome) recortou um pedaço redondo de mata-borrão e com ele cobriu o fundo de uma caneca de latão na qual fizera vários furos. O resultado foi o primeiro filtro de papel do mundo.

A inovação só chegou ao Brasil sessenta anos depois, junto com os porta-filtros de plástico que passaram a ser produzidos pela indústria que se fortaleceu com o nome de Melitta, hoje uma das maiores exportadoras mundiais de café processado. Aqui, o sucesso da empresa levou-a a adquirir, em 1977, a Celupa – Industrial Celulose e Papel Guaíba. Só então o Brasil atingiu a auto-suficiência em papel filtrante.