Cartoons - Graphics, Graficos e Glitters Para Orkut

Confira mais gráficos para Cartoons em ScrapsWEB.com.br

Clique para voar

Pesquisa

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Como surgiu o nome Whisk (uisque)




A mais antiga destilaria de uísque – ainda em plena produção – fica em Bushmills, no condado de Amtrim, na Irlanda. A primeira licença para ali produzir Uisce Beatha, ou “água de vida”, em irlandês, data de 1608, mas a tradição de destilação da bebida no local remonta a 1276, conforme documentos da época. Mas as origens da bebida se perdem na bruma do tempo, e os irlandeses reivindicam para si a primazia da destilação. De fato, há registro de que já em 1170 os soldados do rei Henrique II da Inglaterra voltaram alegremente de uma incursão à Irlanda com o hábito de tomar o destilado cujo nome, por não saberem pronunciar, virou Uisce, depois Fuisce e, finalmente, Whiskey.

O VÔO DA CANARINHO



A camisa que “acondiciona” os craques de altíssimo valor de nossa seleção de futebol, teve como designer o gaúcho Aldyr Garcia Schlee. Hoje um tarimbado escritor, Schlee, à ocasião da criação, tinha apenas 19 anos e trabalhava como chargista e ilustrador – costumava, por exemplo, desenhar reproduções de gols para revistas e jornais, tradição que sucumbiu ao uso das fotografias. Era 1953, e a Confederação Brasileira de Desportos (CBD), antiga CBF, na ânsia de aposentar a camisa branca com gola azul usada até o “maracanazo” da Copa de 1950, quando o Brasil perdeu de forma traumática a final, em casa, para os uruguaios, promoveu um concurso para obter uma nova farda para o escrete brasileiro. A única exigência era que a camisa se ativesse às cores da bandeira. De diversos esboços de Schlee, a CBD pinçou a camisa mais limpa, na qual prevalecia o amarelo “canarinho”

As primeiras máquinas de venda automática.




Surgiram em Londres, há mais de 120 anos, operando com cartões postais e livros. Em 1888, desembarcaram nos Estados Unidos, vendendo chicles sabor tutti-frutti da Adams. Logo viraram febre, passando a comercializar de selos e cigarros a refrigerantes, chocolates, sanduíches e salgadinhos. Tal foi o entusiasmo que até originaram um restaurante totalmente operado por moedas, o Horn & Hodart, na Filadélfia, aberto em 1902. Esse paraíso das vending machines foi fechado em 1962. Logo depois da II Guerra foi montado um deles em São Paulo, o Automático. Não durou um ano.

Margarina, quem inventou?






A margarina foi inventada em 1869, quando Carlos Luís Napoleão Bonaparte, ou Napoleão III (1808-1873), sobrinho-neto de Napoleão I, instituiu um prêmio a quem descobrisse um produto capaz de substituir a manteiga, cada vez mais cara na época na França. O físico Hippolyte Mège Mouriès ganhou-o ao conseguir produzir uma nova gordura, à base de sebo de boi e leite. Por ter aspecto perolado, o produto foi batizado como margarina, palavra derivada do grego “margaron”, ou pérola, em português. Com a descoberta da hidrogenação, o que era uma gordura líqüida passou a ser uma pasta cremosa. Hoje, a margarina é produzida a partir da gordura de origem vegetal, acrescida de corantes, estabilizantes e conservantes químicos.

ACME




Quem não se lembra da ACME, a fictícia fabricante das inúmeras engenhocas utilizadas pelo Coiote, sempre em vão, para capturar o Papaléguas no antigo desenho da TV? Reza a lenda que Chuck Jones, o pai do cartum, tirou esse nome de antigos livros didáticos americanos, que usavam-no para designar empresas fictícias em seus exemplos. Nesse caso, alguns dizem que o nome seria sigla para A Company Manufacturing Everything (“Uma Empresa Fabricando Tudo”, em português). Outros defendem que a inspiração foi a ACME do magazine Sears, Roebuck & Co., que fazia sucesso no início do século passado como marca guarda-chuva de produtos como pés-de-cabra e bigornas.

UM USO INCOMUM PARA O O PAPELÃO ONDULADO




Além de matéria-prima indispensável para embalagens de transporte, o papelão ondulado vem sendo usado em diferentes países para um fim inusitado: produção de urnas funerárias. Ao menos para quem não planeja enterros suntuosos, caixões de papelão ondulado apresentam duas vantagens em relação aos de madeira: são mais baratos e consomem menos recursos naturais. Seu uso ainda é restrito, mas há quem acredite que, com o lançamento de modelos incrementados, essa situação mudará. A DS Smith Packaging, tradicional empresa britânica do ramo de embalagens celulósicas, por exemplo, está investindo na fabricação de um féretro mais requintado. Montado por encaixes, suporta até 125 quilos de peso e possui fundo resistente a líqüidos. Lançado no ano passado, é indicado para cremações e enterros, e, segundo a empresa, tem tido boa aceitação no Reino Unido e na África do Sul.

A invenção do bambolê.



Pouco depois da II Guerra, a Philips resolveu entrar num novo negócio: plásticos. Criou o polipropileno cristalino e uma variável de polietileno, que ganharam o nome comercial Marlex. Logo os produtos passaram a ser utilizados pelas mais diversas indústrias. Na de brinquedos, o Marlex gerou uma febre quando, em 1958, a Wham-O lançou o hula hoop, um aro de polietileno para girar na cintura. Em três meses foram vendidos 3 milhões de unidades, a menos de 2 dólares. Em um ano, 100 milhões. O hula hoop ganhou o mundo. No Brasil, rebatizado bambolê pelo publicitário Hugo Maia, foi lançado pela Estrela, no mesmo ano que nos EUA. Vendeu mais de 200 000 unidades em cinco meses. Hoje, raras crianças desejam o bambolê. Com muito jogo de cintura, a Wham-O continua a fabricá-lo.